Citação favorita: "Toda a gente se endivida porque pode, como os cães podem lamber os testículos"
O que acontece quando o "para sempre" bate de frente com uma crise financeira mundial?
Até à próxima leitura,
Autor: Domingos Amaral formado em economia, foi jornalista durante muitos anos e, depois e é, atualmente, escritor, com mais de uma dezena de romances publicados, sendo um dos autores portugueses mais lidos da atualidade.
Minha Pontuação: ⭐⭐⭐⭐⭐
O que acontece quando o "para sempre" bate de frente com uma crise financeira mundial?
Numa festa, um casal acabou por se conhecer e sem ninguém prever acabaram por se envolver e iniciar o que achavam ser o seu para sempre. Durante todo o livro vamos conhecendo a visão dos amigos acerca deste relacionamento, que foi duramente afetado pela grande crise de 2008. Mas neste livro, eles não são as únicas personagens principais, encontramos também Rafael. Este, era o amigo destabilizador do grupo, solteiro, bonito, louco por festas e encantador de mulheres, incluindo algumas casadas. Com a entrada do Euro no país, todos foram positivamente afetados com a valorização da moeda e começaram a esbanjar fortunas e a viver uma vida de luxo. Até que, a crise se começa a instalar e tudo o resto, também, começa a desmoronar. Traições acontecem, segredos são descobertos, algo que parecia perfeito, afinal não é.
Já tinha lido um livro do Domingos Amaral e, esse não me cativou, mas decidi dar uma nova oportunidade. Apesar de o final não ter sido algo que eu já não estivesse à espera, foi uma história que me foi prendendo e aguçando cada vez mais a curiosidade para perceber o grande segredo. Gostei da forma como foi estruturado e da conjugação com explicações sobre as políticas da altura e todas as consequências das ações que levaram à tal grande crise, que nem todos estavam a prever que iria acontecer, daí ter tido os impactos que teve.
E tu? Já conhecias a história de Leonardo e Constança? O que achaste do final? E já agora, achas que uma crise financeira pode mesmo destruir um grande amor?
Vemo-nos nos comentários!
Até à próxima leitura,
ASilva
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